Estive num seminário recentemente que aconteceu num badalado local de eventos de São Paulo. Tudo estava perfeito, a decoração, o serviço, a comida.
Comecei a pensar como seria interessante imaginar como seria um evento sustentável.
Acho que os crachás e os blocos de anotação seriam feito de papel reciclado, feitos por alunos de uma ONG que usa as oficinas de papel reciclado para gerar renda e manter seus projetos.www.caminhando.org.br
O serviço de garçom teriam o apoio de pessoas com síndrome de dow , que foram treinadas para atuar em eventos, servindo os convidados.Isso permite a geração de renda e o fortalecimento da auto estima, por que estão se sentindo úteis. WWW.adid.org.br
O serviço de recepção, equipe técnica e apoio de palco seria feito por jovens aprendizes do programa de aprendizagem WWW.nurap.org.br
O pão, esse seria feito da padaria de uma ONG que fica em Veleiros, eles fabricam todos os tipos de pães e com o lucro da padaria, mantêm cursos profissionalizantes para 1.600 jovens por ano. www.n-fatima.org.br
Sabe aquela canela em pau que foi utilizada com muito bom gosto para misturar o café? Pois é, ela seria reautilizada nas oficinas de velas aromatizadas de outra ONG que ensina artesanato como geração de renda para mulheres em vulnerabilidade social.
Cada participante receberia uma caneca e seu nome seria escrito na hora, ela seria a única forma de se consumir as bebidas do evento. Desta forma não se utilizaria os copos descartáveis e depois a caneca ficaria como brinde.
Cada participante que optasse por dispensar aquelas pastas e programas do evento e aceitasse receber por e-mail ou fazer um dow load no local, estaria fazendo uma doação para determinado projeto social.
A cobertura do evento seria feita por jovens da oficina de imagem e vídeo da comunidade, para que aprendessem na prática como se realiza a cobertura de um evento.
Enfim, de item em item, poderia ficar aqui até o final do dia imaginando as possibilidades.
Talvez o preço final fique mais alto. Mas se pensar bem, o verdadeiro preço final da desigualdade, falta de oportunidades e negligência que temos pago nos útimos tempos, tem sido bem mais caro.
E que acho meio contraditório eventos que discutam sobre sustentabilidade, responsabilidade social, ou inclusão de Pessoas com Deficiência que continuam com os mesmos formatos antigos.
Saber e não fazer é o mesmo que não saber.
Fica minha sugestão....Quem se interessar em fazer algo do tipo, entre em contato, tenho muitos contatos, conheço inúmeros projetos e ONGs que farão toda a diferença num evento.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Etiqueta e palavras
Hoje estive dando um treinamento numa empresa e comentamos sobre as palavras, porque algumas palavras mudam todo o contexto de uma frase. A origem disso está na infância, nas palavras que ouviamos constantemente e que nos provocavam alguma reação. Vou dar um exemplo: Precisa; Obrigatório; Necessário; Forçoso; Tem que. Estas palavras são autoritárias, é uma ordem e ponto final. Ninguém gosta de ser mandado, por que todos preferem fazer suas escolhas ao invés de ser mandado.
Sempre oriento os líderes que prestem atenção nas palavras que utilizam e principalmente que observem a reação dos seus colaboradores e clientes.
Alguns colaboradores ou mesmo clientes não suportam ouvir determinadas expressões autoritárias e isso provoca muita confusão no dia a dia de uma organização.
Na medida do possível é oportuno substituir as palavras autoritárias por palavras de oportunidade como: Possível, interessante, bacana,legal, viável, útil, oportuno, conveniente.
Acredito que a lição de casa comece em nossos lares, se hoje temos a consciência de como as palavras de ouviamos de nossos pais marcaram nossa vida. É interessante prestar mais atenção nas palavras que hoje estamos falando para nossos filhos. Uma linguagem autoritária como "Tem que fazer isso" gera uma sensação de obrigatoridade de falta de liberdade. Já uma linguagem de oportunidade que apresenta as vantagens estimula o desejo, e todos querem realizar seus desejos.
Seguem alguns livros para aprofundar o assunto: Fale muito melhor - Reinaldo Polito ed. Saraiva e Neuro aprendizagem a inteligência emocional de Inês Cozzo Olivares ed . QualitMark.
Quando uma empresa investe em treinamento para seus colaboradores, ele está investindo na formação de líderes que se tornarão melhores como profissionais e pessoas. Tudo que se aprende e se desenvolve, serve para a empresa e para a vida desse colaborador.
O mundo não precisa de chefes que só sabem mandar de forma autoritária , o mundo precisa urgente de líderes que sabem conduzir com respeito ao próximo.
Acredito que empresas assim, estão no caminho certo, e garantem a sustentabilidade de suas marcas.
Sempre oriento os líderes que prestem atenção nas palavras que utilizam e principalmente que observem a reação dos seus colaboradores e clientes.
Alguns colaboradores ou mesmo clientes não suportam ouvir determinadas expressões autoritárias e isso provoca muita confusão no dia a dia de uma organização.
Na medida do possível é oportuno substituir as palavras autoritárias por palavras de oportunidade como: Possível, interessante, bacana,legal, viável, útil, oportuno, conveniente.
Acredito que a lição de casa comece em nossos lares, se hoje temos a consciência de como as palavras de ouviamos de nossos pais marcaram nossa vida. É interessante prestar mais atenção nas palavras que hoje estamos falando para nossos filhos. Uma linguagem autoritária como "Tem que fazer isso" gera uma sensação de obrigatoridade de falta de liberdade. Já uma linguagem de oportunidade que apresenta as vantagens estimula o desejo, e todos querem realizar seus desejos.
Seguem alguns livros para aprofundar o assunto: Fale muito melhor - Reinaldo Polito ed. Saraiva e Neuro aprendizagem a inteligência emocional de Inês Cozzo Olivares ed . QualitMark.
Quando uma empresa investe em treinamento para seus colaboradores, ele está investindo na formação de líderes que se tornarão melhores como profissionais e pessoas. Tudo que se aprende e se desenvolve, serve para a empresa e para a vida desse colaborador.
O mundo não precisa de chefes que só sabem mandar de forma autoritária , o mundo precisa urgente de líderes que sabem conduzir com respeito ao próximo.
Acredito que empresas assim, estão no caminho certo, e garantem a sustentabilidade de suas marcas.
domingo, 15 de agosto de 2010
A importância dos jovens
Neste sábado tive oportunidade de dar um treinamento para 25 jovens aprendizes.
Como isso é gratificante, ter contato com esses jovens que estão iniciando a vida profissional, apoiá-los em relação as suas dúvidas, poder descortinar o mundo do trabalho junto, acompanhando suas experiências e percepções.
A formação dos jovens é fundamental para que se garanta que daqui a 15 anos, tenhamos jovens líderes, mais conscientes e empreendedores. Por que o mundo está mudando com muita velocidade e o grande diferencial de um profissional , está relacionamento as suas habilidades comportamentais, a forma com que se relaciona e se comunica com seu chefe e seus colegas de trabalho.
Tudo que for investido no jovem agora em relação a isso, formará líderes capazes de desenvolver grandes projetos.
Se você tem um jovem aprendiz na sua empresa, dedique um tempinho a ele, você descobrirá que eles são muito espertos, batalhadores e querem muito aprender, e também tem muito a nos ensinar...
Eu admiro esses jovens , eles tem entre 16 a 22 anos, trabalham de dia, estudam a noite e no sábado de manhã estavam ali, querendo aprender mais... Eles vão longe, por que sabem o que querem e não tem preguiça para conquistar seus sonhos. Pra mim é uma honra poder compartilhar meus conhecimento, por que acredito muito nos jovens.
Essa foto é dessa turma incrível que conheci no sábado.
Como isso é gratificante, ter contato com esses jovens que estão iniciando a vida profissional, apoiá-los em relação as suas dúvidas, poder descortinar o mundo do trabalho junto, acompanhando suas experiências e percepções.
A formação dos jovens é fundamental para que se garanta que daqui a 15 anos, tenhamos jovens líderes, mais conscientes e empreendedores. Por que o mundo está mudando com muita velocidade e o grande diferencial de um profissional , está relacionamento as suas habilidades comportamentais, a forma com que se relaciona e se comunica com seu chefe e seus colegas de trabalho.
Tudo que for investido no jovem agora em relação a isso, formará líderes capazes de desenvolver grandes projetos.
Se você tem um jovem aprendiz na sua empresa, dedique um tempinho a ele, você descobrirá que eles são muito espertos, batalhadores e querem muito aprender, e também tem muito a nos ensinar...
Eu admiro esses jovens , eles tem entre 16 a 22 anos, trabalham de dia, estudam a noite e no sábado de manhã estavam ali, querendo aprender mais... Eles vão longe, por que sabem o que querem e não tem preguiça para conquistar seus sonhos. Pra mim é uma honra poder compartilhar meus conhecimento, por que acredito muito nos jovens.
Essa foto é dessa turma incrível que conheci no sábado.
domingo, 18 de julho de 2010
Descortinar a minha realidade
Descortinar a minha realidade
Eu decidi criar esse blog para descortinar minha realidade, todos os dias tenho a oportunidade de conhecer pessoas diferentes, viver situações especiais e extremas como fazer uma reunião com líderes comunitários da favela de Paraisópolis e no outro dia estar com empresários na Fiesp.
Quantos problemas são resolvidos só porque alguém teve o tempo e a disposição de ir até o local, conhecer e conversar com as pessoas, entender suas necessidades e daí entenderem de que forma poderiam ajudar, ou minimizar um conflito. Quando se ouve em projetos sociais de educação para crianças ou jovens, todos acham interessante, mas poucas são as pessoas que sabem o que esses projetos de fato significam na vida desses jovens. Somente aqueles que vivenciam os milagres do cotidiano é que podem descrever a sua importância.
Uma das minhas professoras Inês Cozzo sempre diz: Saber e não fazer é o mesmo que não saber. Acho que no meu caso que sou comunicóloga, saber e não comunicar é pior que não saber...
Eu decidi criar esse blog para descortinar minha realidade, todos os dias tenho a oportunidade de conhecer pessoas diferentes, viver situações especiais e extremas como fazer uma reunião com líderes comunitários da favela de Paraisópolis e no outro dia estar com empresários na Fiesp.
Quantos problemas são resolvidos só porque alguém teve o tempo e a disposição de ir até o local, conhecer e conversar com as pessoas, entender suas necessidades e daí entenderem de que forma poderiam ajudar, ou minimizar um conflito. Quando se ouve em projetos sociais de educação para crianças ou jovens, todos acham interessante, mas poucas são as pessoas que sabem o que esses projetos de fato significam na vida desses jovens. Somente aqueles que vivenciam os milagres do cotidiano é que podem descrever a sua importância.
Uma das minhas professoras Inês Cozzo sempre diz: Saber e não fazer é o mesmo que não saber. Acho que no meu caso que sou comunicóloga, saber e não comunicar é pior que não saber...
sexta-feira, 16 de julho de 2010
No princípio eu só queria ser mais uma.
No princípio eu só queria ser mais uma.
Mais uma garota criativa que fazia faculdade de Publicidade, mas no decorrer do curso fui percebendo que comunicação era uma ferramenta muito poderosa, que eu levava jeito, e começava a gostar cada vez mais de marketing e estratégias.
Mas ao mesmo tempo pensava que não faria muita diferença numa agência de publicidade, mas sim no Terceiro Setor, junto as ONGs, ajudando a profissionalizar as entidades e melhorar seus projetos sociais.
Ser mais uma não me bastava eu deseja mais, desejava me sentir útil, fazer a diferença, foi aí que entrei no Terceiro Setor. Já fazem mais de 10 anos e hoje eu sinto que fiz a escolha certa porque existem coisas que só podemos aprender na prática, vivendo e entendendo os projetos sociais . Eu acho que trabalhar no Terceiro Setor me acrescentou uma bagagem de vida que me fez uma profissional de marketing diferenciada. Tenho a cabeça no marketing estratégico e o coração no Terceiro Setor.
E qual o valor disso? Marketing 3.0 de Kotler, as estratégias se voltam para a responsabilidade social e a sustentabilidade. Não se trata de fazer o bem, para ser bonzinho, trata-se de fazer o bem com impacto social para sobreviver.
Mais uma garota criativa que fazia faculdade de Publicidade, mas no decorrer do curso fui percebendo que comunicação era uma ferramenta muito poderosa, que eu levava jeito, e começava a gostar cada vez mais de marketing e estratégias.
Mas ao mesmo tempo pensava que não faria muita diferença numa agência de publicidade, mas sim no Terceiro Setor, junto as ONGs, ajudando a profissionalizar as entidades e melhorar seus projetos sociais.
Ser mais uma não me bastava eu deseja mais, desejava me sentir útil, fazer a diferença, foi aí que entrei no Terceiro Setor. Já fazem mais de 10 anos e hoje eu sinto que fiz a escolha certa porque existem coisas que só podemos aprender na prática, vivendo e entendendo os projetos sociais . Eu acho que trabalhar no Terceiro Setor me acrescentou uma bagagem de vida que me fez uma profissional de marketing diferenciada. Tenho a cabeça no marketing estratégico e o coração no Terceiro Setor.
E qual o valor disso? Marketing 3.0 de Kotler, as estratégias se voltam para a responsabilidade social e a sustentabilidade. Não se trata de fazer o bem, para ser bonzinho, trata-se de fazer o bem com impacto social para sobreviver.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
intenção
Criei este blog, porque acredito que o meu papel é de disseminar idéias e informações para que os conceitos sejam transformados. Sou consultora em projetos de responsabilidade social. A minha cabeça é uma usina de idéias, sempre desejei usar meu talento para ajudar o maior numero de pessoas, essa é minha motivação para escrever neste blog. Este é um lugar onde registro todas as minhas idéias, meus sonhos e minhas percepções para resolver problemas, amenizar tristezas e ajudar pessoas que precisam de idéias. Simples assim...
terça-feira, 22 de junho de 2010
A construção de um barco
A construção de um barco
Li um texto que compara a construção de um barco, a formação do ser humano, seu posicionamento na vida. Hoje tive uma oportunidade única de visitar um galpão, onde se constrói barcos. É fascinante ver as formas, a logística, os profissionais, os detalhes o acabamento, a beleza de se transformar um sonho numa realidade que desloca do porto seguro para seu destino, sem medo de partir e seguir em frente.
O meu trabalho é similar, mas ao invés de construir, nós formamos, reposicionamos, apresentamos outras formas de se viver, e depois colocamos as pessoas no mercado de trabalho, como os barcos no mar, e esperamos pra ver se eles se soltam das margens em busca de seus destinos. Todas as pessoas precisam de uma base mínima para navegar, as vezes não receberam na infância, mas sempre existe a oportunidade.
Para fazer o bem, é preciso saber fazer. É tão complexo quanto construir um barco, eu penso que algumas necessidades surgem como dádivas, para que alguns passos sejam dados para a sustentabilidade de um negócio, de um sonho.
Sustentabilidade é cuidar de si e dos seus filhos...
Investir na comunidade local, e nos jovens é a maneira mais sábia de ser sustentável, tudo é orgânico e responde de forma natural.
Li um texto que compara a construção de um barco, a formação do ser humano, seu posicionamento na vida. Hoje tive uma oportunidade única de visitar um galpão, onde se constrói barcos. É fascinante ver as formas, a logística, os profissionais, os detalhes o acabamento, a beleza de se transformar um sonho numa realidade que desloca do porto seguro para seu destino, sem medo de partir e seguir em frente.
O meu trabalho é similar, mas ao invés de construir, nós formamos, reposicionamos, apresentamos outras formas de se viver, e depois colocamos as pessoas no mercado de trabalho, como os barcos no mar, e esperamos pra ver se eles se soltam das margens em busca de seus destinos. Todas as pessoas precisam de uma base mínima para navegar, as vezes não receberam na infância, mas sempre existe a oportunidade.
Para fazer o bem, é preciso saber fazer. É tão complexo quanto construir um barco, eu penso que algumas necessidades surgem como dádivas, para que alguns passos sejam dados para a sustentabilidade de um negócio, de um sonho.
Sustentabilidade é cuidar de si e dos seus filhos...
Investir na comunidade local, e nos jovens é a maneira mais sábia de ser sustentável, tudo é orgânico e responde de forma natural.
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