Descortinar a minha realidade
Eu decidi criar esse blog para descortinar minha realidade, todos os dias tenho a oportunidade de conhecer pessoas diferentes, viver situações especiais e extremas como fazer uma reunião com líderes comunitários da favela de Paraisópolis e no outro dia estar com empresários na Fiesp.
Quantos problemas são resolvidos só porque alguém teve o tempo e a disposição de ir até o local, conhecer e conversar com as pessoas, entender suas necessidades e daí entenderem de que forma poderiam ajudar, ou minimizar um conflito. Quando se ouve em projetos sociais de educação para crianças ou jovens, todos acham interessante, mas poucas são as pessoas que sabem o que esses projetos de fato significam na vida desses jovens. Somente aqueles que vivenciam os milagres do cotidiano é que podem descrever a sua importância.
Uma das minhas professoras Inês Cozzo sempre diz: Saber e não fazer é o mesmo que não saber. Acho que no meu caso que sou comunicóloga, saber e não comunicar é pior que não saber...
domingo, 18 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
No princípio eu só queria ser mais uma.
No princípio eu só queria ser mais uma.
Mais uma garota criativa que fazia faculdade de Publicidade, mas no decorrer do curso fui percebendo que comunicação era uma ferramenta muito poderosa, que eu levava jeito, e começava a gostar cada vez mais de marketing e estratégias.
Mas ao mesmo tempo pensava que não faria muita diferença numa agência de publicidade, mas sim no Terceiro Setor, junto as ONGs, ajudando a profissionalizar as entidades e melhorar seus projetos sociais.
Ser mais uma não me bastava eu deseja mais, desejava me sentir útil, fazer a diferença, foi aí que entrei no Terceiro Setor. Já fazem mais de 10 anos e hoje eu sinto que fiz a escolha certa porque existem coisas que só podemos aprender na prática, vivendo e entendendo os projetos sociais . Eu acho que trabalhar no Terceiro Setor me acrescentou uma bagagem de vida que me fez uma profissional de marketing diferenciada. Tenho a cabeça no marketing estratégico e o coração no Terceiro Setor.
E qual o valor disso? Marketing 3.0 de Kotler, as estratégias se voltam para a responsabilidade social e a sustentabilidade. Não se trata de fazer o bem, para ser bonzinho, trata-se de fazer o bem com impacto social para sobreviver.
Mais uma garota criativa que fazia faculdade de Publicidade, mas no decorrer do curso fui percebendo que comunicação era uma ferramenta muito poderosa, que eu levava jeito, e começava a gostar cada vez mais de marketing e estratégias.
Mas ao mesmo tempo pensava que não faria muita diferença numa agência de publicidade, mas sim no Terceiro Setor, junto as ONGs, ajudando a profissionalizar as entidades e melhorar seus projetos sociais.
Ser mais uma não me bastava eu deseja mais, desejava me sentir útil, fazer a diferença, foi aí que entrei no Terceiro Setor. Já fazem mais de 10 anos e hoje eu sinto que fiz a escolha certa porque existem coisas que só podemos aprender na prática, vivendo e entendendo os projetos sociais . Eu acho que trabalhar no Terceiro Setor me acrescentou uma bagagem de vida que me fez uma profissional de marketing diferenciada. Tenho a cabeça no marketing estratégico e o coração no Terceiro Setor.
E qual o valor disso? Marketing 3.0 de Kotler, as estratégias se voltam para a responsabilidade social e a sustentabilidade. Não se trata de fazer o bem, para ser bonzinho, trata-se de fazer o bem com impacto social para sobreviver.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
intenção
Criei este blog, porque acredito que o meu papel é de disseminar idéias e informações para que os conceitos sejam transformados. Sou consultora em projetos de responsabilidade social. A minha cabeça é uma usina de idéias, sempre desejei usar meu talento para ajudar o maior numero de pessoas, essa é minha motivação para escrever neste blog. Este é um lugar onde registro todas as minhas idéias, meus sonhos e minhas percepções para resolver problemas, amenizar tristezas e ajudar pessoas que precisam de idéias. Simples assim...
terça-feira, 22 de junho de 2010
A construção de um barco
A construção de um barco
Li um texto que compara a construção de um barco, a formação do ser humano, seu posicionamento na vida. Hoje tive uma oportunidade única de visitar um galpão, onde se constrói barcos. É fascinante ver as formas, a logística, os profissionais, os detalhes o acabamento, a beleza de se transformar um sonho numa realidade que desloca do porto seguro para seu destino, sem medo de partir e seguir em frente.
O meu trabalho é similar, mas ao invés de construir, nós formamos, reposicionamos, apresentamos outras formas de se viver, e depois colocamos as pessoas no mercado de trabalho, como os barcos no mar, e esperamos pra ver se eles se soltam das margens em busca de seus destinos. Todas as pessoas precisam de uma base mínima para navegar, as vezes não receberam na infância, mas sempre existe a oportunidade.
Para fazer o bem, é preciso saber fazer. É tão complexo quanto construir um barco, eu penso que algumas necessidades surgem como dádivas, para que alguns passos sejam dados para a sustentabilidade de um negócio, de um sonho.
Sustentabilidade é cuidar de si e dos seus filhos...
Investir na comunidade local, e nos jovens é a maneira mais sábia de ser sustentável, tudo é orgânico e responde de forma natural.
Li um texto que compara a construção de um barco, a formação do ser humano, seu posicionamento na vida. Hoje tive uma oportunidade única de visitar um galpão, onde se constrói barcos. É fascinante ver as formas, a logística, os profissionais, os detalhes o acabamento, a beleza de se transformar um sonho numa realidade que desloca do porto seguro para seu destino, sem medo de partir e seguir em frente.
O meu trabalho é similar, mas ao invés de construir, nós formamos, reposicionamos, apresentamos outras formas de se viver, e depois colocamos as pessoas no mercado de trabalho, como os barcos no mar, e esperamos pra ver se eles se soltam das margens em busca de seus destinos. Todas as pessoas precisam de uma base mínima para navegar, as vezes não receberam na infância, mas sempre existe a oportunidade.
Para fazer o bem, é preciso saber fazer. É tão complexo quanto construir um barco, eu penso que algumas necessidades surgem como dádivas, para que alguns passos sejam dados para a sustentabilidade de um negócio, de um sonho.
Sustentabilidade é cuidar de si e dos seus filhos...
Investir na comunidade local, e nos jovens é a maneira mais sábia de ser sustentável, tudo é orgânico e responde de forma natural.
sábado, 19 de junho de 2010
A máquina do futuro
A máquina do futuro
Era uma vez um lugar perfeito, onde tudo funcionava e era belo, e quando aparecia um produto ou uma peça com defeito, eles eram enviados a um lugar bem longe, lá era um lugar onde tinha cadeira de três pernas, chuveiro com defeito, as receitas que não deram certo, e as pessoas que eram consideradas diferentes, também eram encaminhadas para lá, porque tinham algum defeito como não andar, não falar, não ver, não pensar etc... Apesar do cenário ser ruim o nome do lugar era bonito chamava-se Futuro ou máquina do futuro. Sabe por que? Por que eles diziam que no futuro, pensariam o que fazer com aquelas coisas e aquelas pessoas. E aquele lugar foi crescendo e crescendo até o dia em que não era mais possível esconder o lugar . Então todas as pessoas se reuniram para decidir finalmente o que fazer com o “Futuro” que havia chego o momento, durante todos aqueles anos aquelas coisas e pessoas foram excluídas daquele mundo perfeito, mas agora o futuro chegou à porta e deveriam tomar alguma atitude.
Nesse instante eu acordei! Alguém poderia continuar a história por mim?
Era uma vez um lugar perfeito, onde tudo funcionava e era belo, e quando aparecia um produto ou uma peça com defeito, eles eram enviados a um lugar bem longe, lá era um lugar onde tinha cadeira de três pernas, chuveiro com defeito, as receitas que não deram certo, e as pessoas que eram consideradas diferentes, também eram encaminhadas para lá, porque tinham algum defeito como não andar, não falar, não ver, não pensar etc... Apesar do cenário ser ruim o nome do lugar era bonito chamava-se Futuro ou máquina do futuro. Sabe por que? Por que eles diziam que no futuro, pensariam o que fazer com aquelas coisas e aquelas pessoas. E aquele lugar foi crescendo e crescendo até o dia em que não era mais possível esconder o lugar . Então todas as pessoas se reuniram para decidir finalmente o que fazer com o “Futuro” que havia chego o momento, durante todos aqueles anos aquelas coisas e pessoas foram excluídas daquele mundo perfeito, mas agora o futuro chegou à porta e deveriam tomar alguma atitude.
Nesse instante eu acordei! Alguém poderia continuar a história por mim?
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