Neste mês participei de um curso sobre gestão de sustentabilidade na FAAP, inclusive recomendo, pois foi uma oportunidade de aprender e entender melhor sobre processos e sistemas de sustentabilidade corporativa, além de conhecer pessoas muito interessantes.
A vantagem do programa “Pense Melhor” da FAAP é que são cursos de 4 horas com um material didático muito bom, além da qualidade dos professores da FAAP. O preço é acessível e quem gosta de aprender e gosta de estar atualizado sobre as tendências terá suas necessidades satisfeitas. O programa oferece também palestras gratuitas com personalidades de peso do mundo acadêmico e do mercado. http://pos.faap.br/pensemelhor/
Mas, vamos ao título do artigo, eu percebi que minha avó que na década de 40 veio do Japão num navio, já sabia tudo de sustentabilidade por que tudo para ela era “Motai-nai”.
Motai-nai significa desperdício e toda vez que essa palavra era pronunciada era sinal de que estávamos desperdiçando alguma coisa, sejam recursos ou serviços ou mesmo a nós mesmos. Talvez a cultura do Motai nai tenha origem da escassez dos recursos naturais do Japão, ou ainda no pós guerra. Enfim, sei que meus pais cresceram nessa cultura, eu que já sou da terceira geração, confesso que tinha vergonha disso, algumas regras ou atitudes pareciam ser muito sovinas, como a reutilização de embalagens, ou levar o lanche de casa. Lembro que quando chovia, tinha que colocar os baldes e bacias para recolher a água da chuva. http://www.mottainai.org.br/
Mas hoje estas práticas são resultados de pesquisas de processos sobre sustentabilidade, como otimizar meus recursos, gerando economia , melhorando processos, diminuindo preços, satisfazendo meu cliente e mantendo a perenidade da empresa.
Como um conhecimento tão antigo, pode ser tão atual? Talvez por que os antigos tinham mais facilidade de escutar sua essência, seu coração. Eram mais felizes, com uma vida mais simples, trabalhavam, produziam, criavam seus filhos.
Agradeço meus antepassados pelos ensinamentos sobre o Motainai, que hoje podemos usar o nome de sustentabilidade ou ainda sabedoria.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Equações Impossíveis
Foi com o mestre Oscar Motomura que eu aprendi sobre “equações impossíveis”.
Quando temos um problema, temos que transformá-lo numa equação impossível , colocá-la na mesa e encontrar a solução, assim podemos viabilizar o impossível.
Fazer essa equação em grupo é mais interessante que sozinho, pois ampliam –se os olhares , perdemos a limitação do foco e podemos olhar o todo.
Só para elucinar seguem algumas equações impossíveis:
Como crescer sem dinheiro?
Como estudar sem tempo?
Como abrir meu negócio sem dinheiro?
Como pagar minhas dívidas e comprar minha casa?
Como deixar o estress e ser mais feliz?
As perguntas tem a capacidade de nos posicionar num portal de possibilidades, nossa mente é desafiada a encontrar uma resposta, diferente de uma sentença conformista do tipo:
Não posso crescer sem dinheiro.
Não tenho dinheiro, por isso não cresço.
Nossas idéias podem ser viabilizadas, com a internet podemos nos comunicar com qualquer pessoa que desejarmos, com o Google podemos pesquisar sobre qualquer assunto num único click. Podemos fazer uma equação impossível o jogar no Google, teremos centenas de respostas para pesquisar.
Na verdade o que aprendi com as equações impossíveis é que eu estava acomodada , mas agora percebi que tenho muitas coisas para serem realizadas , inclusive escrever meus artigos para continuar comunicando o conhecimento.
Quando temos um problema, temos que transformá-lo numa equação impossível , colocá-la na mesa e encontrar a solução, assim podemos viabilizar o impossível.
Fazer essa equação em grupo é mais interessante que sozinho, pois ampliam –se os olhares , perdemos a limitação do foco e podemos olhar o todo.
Só para elucinar seguem algumas equações impossíveis:
Como crescer sem dinheiro?
Como estudar sem tempo?
Como abrir meu negócio sem dinheiro?
Como pagar minhas dívidas e comprar minha casa?
Como deixar o estress e ser mais feliz?
As perguntas tem a capacidade de nos posicionar num portal de possibilidades, nossa mente é desafiada a encontrar uma resposta, diferente de uma sentença conformista do tipo:
Não posso crescer sem dinheiro.
Não tenho dinheiro, por isso não cresço.
Nossas idéias podem ser viabilizadas, com a internet podemos nos comunicar com qualquer pessoa que desejarmos, com o Google podemos pesquisar sobre qualquer assunto num único click. Podemos fazer uma equação impossível o jogar no Google, teremos centenas de respostas para pesquisar.
Na verdade o que aprendi com as equações impossíveis é que eu estava acomodada , mas agora percebi que tenho muitas coisas para serem realizadas , inclusive escrever meus artigos para continuar comunicando o conhecimento.
O carro do futuro
Se os salões de automóveis do mundo, marcam as tendências do futuro. Temo pelas próximas gerações.
Vamos imaginar que os grandes líderes empreendedores da indústria automobilística estivessem vivos e na ativa, esse salão seria bem diferente.
Imagino que seriam modelos de ônibus e carros coletivos, não poluentes, seguros, bonitos e confortáveis. Com tecnologia para que as pessoas possam acessar a internet pelos celulares, aproveitando as viagens, com melhor aproveitamento de espaço interno para os momentos de rush. Acho que teria esse foco no transporte coletivo ao invés do individual por que os líderes que fundaram suas empresas automobilísticas , pensaram em oferecer um produto que facilitasse a vida das pessoas, que permitisse a locomoção das pessoas. Não pensaram no poder representativo do carro, no status, no valor que a sociedade e a mídia colocariam nele. Quem inventou isso foram os que vieram depois, os que não queriam perder o mercado, os que queriam se manter no poder. Mas isso de certa forma está nos aprisionando ao passado.
Eu cheguei a conclusão de que não preciso ter um carro eu preciso apenas me locomover. E já fazem 2 anos em que estou aprendendo a me locomover sem depender de um carro próprio.
Passei por algumas fases, primeiro a vergonha e humilhação por não ter um carro, numa sociedade onde todos tem um carro. Te julgam pelo carro, te escolhem pelo carro, definem sua personalidade seu estilo pelo carro. Fi quei meio sem identidade.
Depois tive que reaprender a andar de ônibus, conhecer as linhas, conviver com as pessoas no coletivo, dividindo o mesmo espaço literalmente. Quem disse que dois corpos não ocupam o mesmo espaço deve experimentar ônibus em direção a periferia as 18:00hs assim como metrô na Sé . Tudo é aprendizado, usar o metrô, o trem , o taxi, alugar um carro quando necessário e contar com a carona de amigos e familiares.
Passada essa fase de abstinência, superada a adaptação, continuo viva, trabalhando, fazendo mercado, me divertindo, não deixei de fazer nada. Estou mais feliz , por que me sinto livre.
Se eu fosse uma engenheira eu pensaria em criar um modelo coletivo que beneficiasse o maior número de pessoas , otimizando os recursos naturais e poluindo menos.
Mas como não sou, eu procurei fazer a minha parte, usando o transporte coletivo, respeitando as pessoas que trabalham e se locomovem com outras formas de transporte, e escrevendo esse artigo para comunicar um conhecimento.
Menos é mais
Tenho feito um exercício simples que tem me ajudado a diminuir o consumo e me desapegar de algumas coisas que só entulham a minha casa.
Penso que tudo que tenho, tem vida: um lápis, um livro, uma blusa, um colar, um CD. Então eu me coloco no lugar desse objeto, penso em qual o seu sentido e depois penso se ele se sente feliz, e útil comigo. Depois eu me pergunto se estou realmente aproveitando tudo o que aquele objeto tem a me oferecer. Assim fica mais consciente a decisão de doar, vender, desfazer de algo. O mesmo vale para as novas compras.
Nestes dias peguei uma blusa muito bonita que tenho no fundo do meu armário, eu nunca uso, mas tinha dó de doar por ser novinha. Pensei em sua tristeza, afinal ela foi feita para ser vestida, para estar comigo no meu trabalho, para ser elogiada, para se sujar e ser lavada. E como eu estava sendo egoísta impedindo que ela cumprisse sua missão, deixando a esquecida no fundo do armário.
Olhei para aquela camiseta velhinha, já com algum furinho, que eu uso pra ficar em casa, fazer faxina, ou dormir. Essa sim se sentia feliz e plena, afinal estava sempre comigo, nos momentos do dia a dia, cumprindo a sua missão. Acho que somos assim também no fundo desejamos nos sentir úteis, isso nos dá sentido e motivação na vida.
Para mim funciona como terapia é como se enquanto estiver limpando as coisas por fora, ao mesmo tempo estivesse limpando por dentro, me organizando, e deixando alguns espaços vazios para o novo.
Depois de fazer esse levantamento, eu gosto de organizar os armários as gavetas, isso me dá uma satisfação, percebo que alguns espaços ficam vazios e devem permanecer assim. No Feng Shui estudamos a respeito dos espaços vazios, eles são importantes, porque o universo sempre preenche os espaços vazios com coisas boas como a sorte e a esperança...
Penso que tudo que tenho, tem vida: um lápis, um livro, uma blusa, um colar, um CD. Então eu me coloco no lugar desse objeto, penso em qual o seu sentido e depois penso se ele se sente feliz, e útil comigo. Depois eu me pergunto se estou realmente aproveitando tudo o que aquele objeto tem a me oferecer. Assim fica mais consciente a decisão de doar, vender, desfazer de algo. O mesmo vale para as novas compras.
Nestes dias peguei uma blusa muito bonita que tenho no fundo do meu armário, eu nunca uso, mas tinha dó de doar por ser novinha. Pensei em sua tristeza, afinal ela foi feita para ser vestida, para estar comigo no meu trabalho, para ser elogiada, para se sujar e ser lavada. E como eu estava sendo egoísta impedindo que ela cumprisse sua missão, deixando a esquecida no fundo do armário.
Olhei para aquela camiseta velhinha, já com algum furinho, que eu uso pra ficar em casa, fazer faxina, ou dormir. Essa sim se sentia feliz e plena, afinal estava sempre comigo, nos momentos do dia a dia, cumprindo a sua missão. Acho que somos assim também no fundo desejamos nos sentir úteis, isso nos dá sentido e motivação na vida.
Para mim funciona como terapia é como se enquanto estiver limpando as coisas por fora, ao mesmo tempo estivesse limpando por dentro, me organizando, e deixando alguns espaços vazios para o novo.
Depois de fazer esse levantamento, eu gosto de organizar os armários as gavetas, isso me dá uma satisfação, percebo que alguns espaços ficam vazios e devem permanecer assim. No Feng Shui estudamos a respeito dos espaços vazios, eles são importantes, porque o universo sempre preenche os espaços vazios com coisas boas como a sorte e a esperança...
Evento sustentável
Estive num seminário recentemente que aconteceu num badalado local de eventos de São Paulo. Tudo estava perfeito, a decoração, o serviço, a comida.
Comecei a pensar como seria interessante imaginar como seria um evento sustentável.
Acho que os crachás e os blocos de anotação seriam feito de papel reciclado, feitos por alunos de uma ONG que usa as oficinas de papel reciclado para gerar renda e manter seus projetos.www.caminhando.org.br
O serviço de garçom teriam o apoio de pessoas com síndrome de dow , que foram treinadas para atuar em eventos, servindo os convidados.Isso permite a geração de renda e o fortalecimento da auto estima, por que estão se sentindo úteis. WWW.adid.org.br
O serviço de recepção, equipe técnica e apoio de palco seria feito por jovens aprendizes do programa de aprendizagem WWW.nurap.org.br
O pão, esse seria feito da padaria de uma ONG que fica em Veleiros, eles fabricam todos os tipos de pães e com o lucro da padaria, mantêm cursos profissionalizantes para 1.600 jovens por ano. www.n-fatima.org.br
Sabe aquela canela em pau que foi utilizada com muito bom gosto para misturar o café? Pois é, ela seria reautilizada nas oficinas de velas aromatizadas de outra ONG que ensina artesanato como geração de renda para mulheres em vulnerabilidade social.
Cada participante receberia uma caneca e seu nome seria escrito na hora, ela seria a única forma de se consumir as bebidas do evento. Desta forma não se utilizaria os copos descartáveis e depois a caneca ficaria como brinde.
Cada participante que optasse por dispensar aquelas pastas e programas do evento e aceitasse receber por e-mail ou fazer um dow load no local, estaria fazendo uma doação para determinado projeto social.
A cobertura do evento seria feita por jovens da oficina de imagem e vídeo da comunidade, para que aprendessem na prática como se realiza a cobertura de um evento.
Enfim, de item em item, poderia ficar aqui até o final do dia imaginando as possibilidades.
Talvez o preço final fique mais alto. Mas se pensar bem, o verdadeiro preço final da desigualdade, falta de oportunidades e negligência que temos pago nos útimos tempos, tem sido bem mais caro.
E que acho meio contraditório eventos que discutam sobre sustentabilidade, responsabilidade social, ou inclusão de Pessoas com Deficiência que continuam com os mesmos formatos antigos.
Saber e não fazer é o mesmo que não saber.
Fica minha sugestão....Quem se interessar em fazer algo do tipo, entre em contato, tenho muitos contatos, conheço inúmeros projetos e ONGs que farão toda a diferença num evento.
Comecei a pensar como seria interessante imaginar como seria um evento sustentável.
Acho que os crachás e os blocos de anotação seriam feito de papel reciclado, feitos por alunos de uma ONG que usa as oficinas de papel reciclado para gerar renda e manter seus projetos.www.caminhando.org.br
O serviço de garçom teriam o apoio de pessoas com síndrome de dow , que foram treinadas para atuar em eventos, servindo os convidados.Isso permite a geração de renda e o fortalecimento da auto estima, por que estão se sentindo úteis. WWW.adid.org.br
O serviço de recepção, equipe técnica e apoio de palco seria feito por jovens aprendizes do programa de aprendizagem WWW.nurap.org.br
O pão, esse seria feito da padaria de uma ONG que fica em Veleiros, eles fabricam todos os tipos de pães e com o lucro da padaria, mantêm cursos profissionalizantes para 1.600 jovens por ano. www.n-fatima.org.br
Sabe aquela canela em pau que foi utilizada com muito bom gosto para misturar o café? Pois é, ela seria reautilizada nas oficinas de velas aromatizadas de outra ONG que ensina artesanato como geração de renda para mulheres em vulnerabilidade social.
Cada participante receberia uma caneca e seu nome seria escrito na hora, ela seria a única forma de se consumir as bebidas do evento. Desta forma não se utilizaria os copos descartáveis e depois a caneca ficaria como brinde.
Cada participante que optasse por dispensar aquelas pastas e programas do evento e aceitasse receber por e-mail ou fazer um dow load no local, estaria fazendo uma doação para determinado projeto social.
A cobertura do evento seria feita por jovens da oficina de imagem e vídeo da comunidade, para que aprendessem na prática como se realiza a cobertura de um evento.
Enfim, de item em item, poderia ficar aqui até o final do dia imaginando as possibilidades.
Talvez o preço final fique mais alto. Mas se pensar bem, o verdadeiro preço final da desigualdade, falta de oportunidades e negligência que temos pago nos útimos tempos, tem sido bem mais caro.
E que acho meio contraditório eventos que discutam sobre sustentabilidade, responsabilidade social, ou inclusão de Pessoas com Deficiência que continuam com os mesmos formatos antigos.
Saber e não fazer é o mesmo que não saber.
Fica minha sugestão....Quem se interessar em fazer algo do tipo, entre em contato, tenho muitos contatos, conheço inúmeros projetos e ONGs que farão toda a diferença num evento.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Etiqueta e palavras
Hoje estive dando um treinamento numa empresa e comentamos sobre as palavras, porque algumas palavras mudam todo o contexto de uma frase. A origem disso está na infância, nas palavras que ouviamos constantemente e que nos provocavam alguma reação. Vou dar um exemplo: Precisa; Obrigatório; Necessário; Forçoso; Tem que. Estas palavras são autoritárias, é uma ordem e ponto final. Ninguém gosta de ser mandado, por que todos preferem fazer suas escolhas ao invés de ser mandado.
Sempre oriento os líderes que prestem atenção nas palavras que utilizam e principalmente que observem a reação dos seus colaboradores e clientes.
Alguns colaboradores ou mesmo clientes não suportam ouvir determinadas expressões autoritárias e isso provoca muita confusão no dia a dia de uma organização.
Na medida do possível é oportuno substituir as palavras autoritárias por palavras de oportunidade como: Possível, interessante, bacana,legal, viável, útil, oportuno, conveniente.
Acredito que a lição de casa comece em nossos lares, se hoje temos a consciência de como as palavras de ouviamos de nossos pais marcaram nossa vida. É interessante prestar mais atenção nas palavras que hoje estamos falando para nossos filhos. Uma linguagem autoritária como "Tem que fazer isso" gera uma sensação de obrigatoridade de falta de liberdade. Já uma linguagem de oportunidade que apresenta as vantagens estimula o desejo, e todos querem realizar seus desejos.
Seguem alguns livros para aprofundar o assunto: Fale muito melhor - Reinaldo Polito ed. Saraiva e Neuro aprendizagem a inteligência emocional de Inês Cozzo Olivares ed . QualitMark.
Quando uma empresa investe em treinamento para seus colaboradores, ele está investindo na formação de líderes que se tornarão melhores como profissionais e pessoas. Tudo que se aprende e se desenvolve, serve para a empresa e para a vida desse colaborador.
O mundo não precisa de chefes que só sabem mandar de forma autoritária , o mundo precisa urgente de líderes que sabem conduzir com respeito ao próximo.
Acredito que empresas assim, estão no caminho certo, e garantem a sustentabilidade de suas marcas.
Sempre oriento os líderes que prestem atenção nas palavras que utilizam e principalmente que observem a reação dos seus colaboradores e clientes.
Alguns colaboradores ou mesmo clientes não suportam ouvir determinadas expressões autoritárias e isso provoca muita confusão no dia a dia de uma organização.
Na medida do possível é oportuno substituir as palavras autoritárias por palavras de oportunidade como: Possível, interessante, bacana,legal, viável, útil, oportuno, conveniente.
Acredito que a lição de casa comece em nossos lares, se hoje temos a consciência de como as palavras de ouviamos de nossos pais marcaram nossa vida. É interessante prestar mais atenção nas palavras que hoje estamos falando para nossos filhos. Uma linguagem autoritária como "Tem que fazer isso" gera uma sensação de obrigatoridade de falta de liberdade. Já uma linguagem de oportunidade que apresenta as vantagens estimula o desejo, e todos querem realizar seus desejos.
Seguem alguns livros para aprofundar o assunto: Fale muito melhor - Reinaldo Polito ed. Saraiva e Neuro aprendizagem a inteligência emocional de Inês Cozzo Olivares ed . QualitMark.
Quando uma empresa investe em treinamento para seus colaboradores, ele está investindo na formação de líderes que se tornarão melhores como profissionais e pessoas. Tudo que se aprende e se desenvolve, serve para a empresa e para a vida desse colaborador.
O mundo não precisa de chefes que só sabem mandar de forma autoritária , o mundo precisa urgente de líderes que sabem conduzir com respeito ao próximo.
Acredito que empresas assim, estão no caminho certo, e garantem a sustentabilidade de suas marcas.
domingo, 15 de agosto de 2010
A importância dos jovens
Neste sábado tive oportunidade de dar um treinamento para 25 jovens aprendizes.
Como isso é gratificante, ter contato com esses jovens que estão iniciando a vida profissional, apoiá-los em relação as suas dúvidas, poder descortinar o mundo do trabalho junto, acompanhando suas experiências e percepções.
A formação dos jovens é fundamental para que se garanta que daqui a 15 anos, tenhamos jovens líderes, mais conscientes e empreendedores. Por que o mundo está mudando com muita velocidade e o grande diferencial de um profissional , está relacionamento as suas habilidades comportamentais, a forma com que se relaciona e se comunica com seu chefe e seus colegas de trabalho.
Tudo que for investido no jovem agora em relação a isso, formará líderes capazes de desenvolver grandes projetos.
Se você tem um jovem aprendiz na sua empresa, dedique um tempinho a ele, você descobrirá que eles são muito espertos, batalhadores e querem muito aprender, e também tem muito a nos ensinar...
Eu admiro esses jovens , eles tem entre 16 a 22 anos, trabalham de dia, estudam a noite e no sábado de manhã estavam ali, querendo aprender mais... Eles vão longe, por que sabem o que querem e não tem preguiça para conquistar seus sonhos. Pra mim é uma honra poder compartilhar meus conhecimento, por que acredito muito nos jovens.
Essa foto é dessa turma incrível que conheci no sábado.
Como isso é gratificante, ter contato com esses jovens que estão iniciando a vida profissional, apoiá-los em relação as suas dúvidas, poder descortinar o mundo do trabalho junto, acompanhando suas experiências e percepções.
A formação dos jovens é fundamental para que se garanta que daqui a 15 anos, tenhamos jovens líderes, mais conscientes e empreendedores. Por que o mundo está mudando com muita velocidade e o grande diferencial de um profissional , está relacionamento as suas habilidades comportamentais, a forma com que se relaciona e se comunica com seu chefe e seus colegas de trabalho.
Tudo que for investido no jovem agora em relação a isso, formará líderes capazes de desenvolver grandes projetos.
Se você tem um jovem aprendiz na sua empresa, dedique um tempinho a ele, você descobrirá que eles são muito espertos, batalhadores e querem muito aprender, e também tem muito a nos ensinar...
Eu admiro esses jovens , eles tem entre 16 a 22 anos, trabalham de dia, estudam a noite e no sábado de manhã estavam ali, querendo aprender mais... Eles vão longe, por que sabem o que querem e não tem preguiça para conquistar seus sonhos. Pra mim é uma honra poder compartilhar meus conhecimento, por que acredito muito nos jovens.
Essa foto é dessa turma incrível que conheci no sábado.
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